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Crítica de albertemoman


albertemoman
16 abril 2021
Gosto de escrever histórias sem procurar para elas um destino certo. Redijo relatos como este para descrever uma, a minha, forma de ver o mundo, com sua hostilidade, tão lacerante como eu a percebo em minha própria pele. Em meus livros existe, por tanto, um grande abano de expressões de violência, mas não como apologia, senão como representação de uma realidade que, eventualmente, se nos apresenta por meio de eufemismos. Acho que a ficção não supera a realidade. É por isso que dispo as cenas que vou descrevendo como num filme, mesmo a linguagem, de qualquer artificio que possa desvirtuar o sentido da dor, achegando à pessoa que lê a uma experiência extra-literária, próxima ao sofrimento físico e psíquico que meus personagens padecem.
Até o momento, são dois os livros escritos em português padrão, "Ocidente" e "Barataminha barata", do que se cumpre este mês um ano de sua publicação. O primeiro consta de dois relatos e um conjunto de poemas que dá título ao volume. O segundo é uma novela breve, inscrita dentro da minha própria definição de micro-novela. Este é um conceito que eu manipulo outorgando-lhe, ademais da brevidade como máxima, outras particularidades que a definem, muito próximas a aquelas já descritas na literatura pulp, mas desde uma perspetiva pessoal na que me afasto de qualquer género literário para aproximar-me a todos eles numa amálgama que guarda concomitâncias evidentes com os géneros existentes. Por tanto, são o hardboiled, a ficção científica, a distopia, termos que acompanham minhas histórias.
Por norma geral, meus livros foram bem acolhidos pela crítica, tendo-se achegado a eles pessoas como Tomás Rivera, Luis Mazás, Xosé ManuelEyré, José Alberte Corral.


Enlace: http://micronovelapsychobill..
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